Fome emocional: Você come para nutrir o corpo ou para anestesiar sentimentos?

Você já percebeu que, após um dia estressante ou uma briga, sente uma vontade incontrolável de comer algo específico, geralmente rico em açúcar ou gordura? Isso é o que chamamos de fome emocional. Nesses momentos, a comida não serve para saciar uma necessidade biológica, mas para preencher um vazio, aliviar a ansiedade ou proporcionar um conforto rápido que o cérebro associa ao prazer imediato dos alimentos.

O problema é que o alívio é temporário e, frequentemente, vem acompanhado de culpa e frustração. A comida vira uma “válvula de escape” para emoções que não sabemos como processar. Identificar esses gatilhos é o primeiro passo para ter uma relação mais saudável com o prato. Através da psicologia, aprendemos a diferenciar a fome física da emocional e a desenvolver novas estratégias para lidar com o estresse e a tristeza, sem que a alimentação seja o único refúgio para o nosso emocional.

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© 2025 Sara Cristina | Psicóloga Clínica | CRP 00/00000 – Todos os direitos reservados.